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Obesidade Infantil

OBESIDADE INFANTIL

Joliane Matveichuk Prado (CRP 08/18564)

Ana Lucia Ivatiuk (CRP 08/7292-2)

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) (WHO, 1998/2012), a obesidade é definida pelo acúmulo anormal de gordura podendo trazer prejuízos à saúde, como hipertensão, diabetes, problemas ortopédicos, respiratórios, entre outros. Ela pode atingir várias faixas etárias do desenvolvimento humano. Na infância, acontece quando a criança está acima do peso normal para a sua idade e altura e os prejuízos à saúde que se iniciam nesta faixa etária podem permanecer ou agravar-se na vida adulta. Trata-se de uma doença crônica que quanto mais cedo se desenvolver, maiores prejuízos trará a criança, diminuindo, inclusive a expectativa de vida a longo prazo.

As causas da obesidade infantil estão relacionadas a Fatores Genéticos (herança genética); Fatores Etiológicos (unidade familiar e suas características, valores sociais e culturais, características psicológicas, imagem corporal, valores e experiências pessoais, autoestima, preferências alimentares, saúde) e Fatores Ambientais (alimentação inadequada, inatividade física, mídia e hábitos alimentares da família) (Silva, Costa e Ribeiro, 2008).

Há várias formas de se diagnosticar a obesidade infantil, como através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) em conjunto com as curvas apropriadas para a idade conforme proposto pela OMS (2012); as pregas cutâneas, a bioimpedância, entre outros; porém, para este tipo de avaliação é importante procurar o profissional de saúde adequado, que pode ser um Pediatra, Endocrinologista, Nutrólogo e/ou Nutricionista.

O tratamento para este tipo de doença é multidisciplinar. A Psicologia contribui com o tratamento, prevenção e promoção de saúde junto a criança e aos familiares. Quando há necessidade de tratamento, junto aos pais, procura auxiliar na instrução de práticas educativas que possam ser mais efetivas no comportamento alimentar dos filhos e que contribuam para prevenção da obesidade. Já com as crianças, visa promover estratégias de autocontrole, intervir nos aspectos emocionais que possam estar associados ao comportamento alimentar e ao desenvolvimento da obesidade (baixa autoestima, ansiedade, depressão, entre outros), além de contribuir para a facilitação da adesão a hábitos alimentares e estilo de vida saudáveis. Nos demais aspectos a psicologia pode desenvolver programas e palestras de prevenção e promoção de controle a obesidade infantil através de grupos em escolas, instituições, clínicas especializadas e outros ambientes que se abram para este tipo de intervenção.

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O Grupo Crescer realiza intervenções na área da psicologia e possui parcerias com os demais profissionais que compõem a equipe multiprofissional para o desenvolvimento deste trabalho.

Referências:

Silva, Y. M. P.; Costa, R. G.; Ribeiro, R. L. (2008). Obesidade Infantil: Uma Revisão Bibliográfica. Saúde e Ambiente em revista, Duque de Caxias; Vol. 3, nº1, p. 01-15.

World Health Organization. (1998). Obesity: preventing and managing the global epidemic of a WHO consultation on Obesity. Geneva: WHO.

World Health Organization. (2012). Prioritizing areas for action in the field of population-based prevention of Childhood Obesity: a set of tools for Member Stares to determine and identify priority areas for action. Geneva: WHO.

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